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Missa da tainha vira ato político do SINTRASEM, que suja o campeche com cartazes colados

Era pra ser uma missa. Era pra ser uma homenagem ao Seu Getúlio, ilustre pescador que nos deixou este ano. Era pra ser um evento tradicional do sul da ilha em comemoração à safra da tainha. Mas o que se viu no campeche ontem, dia 1º de maio, foi um ato político com discursos de ódio e intolerância por parte do SINTRASEM.

Discursos inflamados ao microfone criticavam as organizações sociais (OSs), em referência ao projeto de lei aprovado na câmara de vereadores, que passa a gestão de algumas escolas e UPAs para entidades filantrópicas, como a que administra o CEPON com muita competência. Críticas também foram direcionadas ao prefeito Gean Loureiro, acusado de prejudicar o serviço público de Florianópolis. Uma clara contradição, uma vez que o projeto justamente irá proporcionar mais vagas e mais qualidade no atendimento da saúde e educação pública.

Fora da praia, onde acontecia os comícios, grupos ligados ao SINTRASEM colavam cartazes em postes, muros e pontos de ônibus, sujando o bairro e promovendo ódio contra os vereadores que votaram a favor da leis das OSs.

Seu Getúlio não merecia isso, logo na primeira “missa” da tainha sem ele. Os sindicatos de extrema-esquerda da cidade continuam achando que mandam e desmandam na vida da população. A boa notícia é que somente os alienados ainda acreditam neles hoje em dia.

JornalivreSC
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