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Flávio Rocha faz palestra em Jaraguá do Sul e convoca empresários a participar da política

Na noite de ontem 06/03, o empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo e líder do Brasil 200, esteve em Santa Catarina para expor as ideias e os objetivos que norteiam o movimento. O empresário, que veio a Santa Catarina especialmente para o evento, chegou de Brasília pouco antes das 19h em Joinville e rumou para a ACIJS, em Jaraguá do Sul, onde o evento foi realizado.

Um público de 300 pessoas de todas as cidades da região, incluindo Joinville, Blumenau, Guaramirim, Corupá, e os presidentes das associações comerciais da ACIJS, ACIJ e ACIB recepcionaram calorosamente a presença de Flávio Rocha, também estavam presentes o carismático Luciano Hang, da Havan e o empresário e vereador de Joinville Ninfo Köenig.

Rocha contou um pouco de sua história, desde sua primeira experiência na vida pública quando já lutava sozinho, até as experiencias que motivaram a criação do Brasil 200. “A partir de 2009, começamos a ser perseguidos pelo ativismo ideológico do judiciário. Isso não prejudicou a nós os donos, mas sim aqueles 20.000 trabalhadores que geravam riqueza através do nosso grupo”. “Capitalismo é a melhor forma de inclusão, é a forma mais eficiente de tirar as pessoas da pobreza”. “A ideologia proposta por Karl Marx já se provou falida e não deu certo em nenhum dos 70 países onde foi testada, esse inimigo já foi derrotado, nosso perigo hoje se chama Marxismo Cultural de Antonio Gramsci, esse sim, caminha a passos largos dentro da nossa sociedade, destruindo nossos valores judaico-cristãos, atingindo de início as nossas famílias, não é por acaso que nós empresários somos sempre os vilões na novela, enquanto os traficantes são valorizados”.

Sobre o cenário político para as eleições a presidência em 2018, Flávio disse que temos muito com o que nos preocupar. “As esquerdas já fizeram sua autocrítica, já viram onde erraram, eles mesmos afirmam que faltou controlar mais a mídia, as redes sociais, faltou aparelhar melhor o judiciário, faltou aparelhar melhor a máquina pública, ou seja, é a cartilha de Hugo Chavez para o Brasil. Isso está em vias de acontecer se eles voltarem ao poder”. “Precisamos acabar de vez com a corrupção, mas isso só se faz reduzindo o tamanho do estado, com privatizações, não adianta querer ficar matando moscas se o presunto podre continua no meio da sala”. Um fato apontado pelo empresário é o de que hoje entre os pré-candidatos, não há ninguém que reúna as ideias de livre mercado como a privatização de todas as estatais e redução do estado, e que defenda os valores que constroem uma boa sociedade.

Quando questionado sobre sua possível candidatura, Rocha disse que ainda não vê possibilidades, porém deixou a entender que se os empresários assim quiserem e o apoiarem, ele vê possibilidades.

O clima no empresariado presente no evento foi de otimismo e esperança, alguns disseram que enfim alguém teve coragem de assumir a responsabilidade da política do nosso país. Antes víamos alguns empresários amarrados a querer melhorar a gestão de um sistema que não tem como melhorar, hoje vemos realmente pessoas com as ideias que dão certo.

Estão previstas as apresentações do Brasil200 em Santa Catarina pelas lideranças do movimento em Santa Catarina, para divulgar os planos e trazer os empresários para vida pública.

Jornalivre

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