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Professora agredida perde a linha, chama jornalista de neonazista e diz que jogar ovos é revolução

A agressão sofrida pela professora Márcia Friggi, infelizmente, está ficando em segundo plano devido às suas declarações de ódio contra opositores.

Já se sabe que a docente é assumidamente de extrema-esquerda, fato que não levou o público mais alinhado à direita a defender o jovem agressor. Porém, em entrevista dada à Rádio Gaúcha, o lado intolerante da professora ficou exposto. Durante sua participação, ela disse que a sociedade não apoia os professores porque eles fazem greve e são chamados de vagabundos. Em outro momento, chama o jornalista que a entrevistava de “neonazista”. Por fim, disse que atirar ovos em opositores é uma atitude revolucionária e legítima. Ouça aqui o áudio.

Desse jeito fica difícil sair em defesa dela.

JornalivreSC
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13 comments

  1. E tem gente que é contra o escola sem partido…
    Daqui a pouco vai estar no programa da Chátima Bernardes arrotando suas asneiras,

  2. Olá. Fiquei horrorizado com as palavras desta “professora”.
    A que ponto chegamos. Ela parece uma ZUMBI.
    Minha nossa !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Posso até entender os motivos de um adolescente inconsequente, mas jamais os de uma professora como essa que, além de adulta, ja se formou para estra muito bem instruída.
    Luiz Gonzalez
    Curitiba
    Empresário

  3. Discurso nojento e ainda ganha 5 mil reais por mês? isso é uma vergonha, é por isso que as crianças não recebem conhecimento na escolha, mas sim lavagem cerebral.
    Vergonhoso, chamando alguém de neonazista, mas é adoradora de corrupto, por isso eu sou a favor da PRIVATIZAÇÃO, o trabalhador não aguenta mais sustentar tantos corruptos energúmenos, beócios, ignóbeis, etc.
    É bem feito para a imprensa marrom, chapa branca que vive escondendo os crimes do larápio e da mandioqueira que sozinha sumiu com 516 bilhões suados por todos nós, sem falar nos outros crimes.

  4. MBL quando seremos um só em favor da sociedade trabalhadora, porque sindicalistas e funcionário público sabemos bem quais são as lutas deles.
    Quando iremos nos unir nas ruas do Brasil inteiro exigindo a mudança nas leis, tipo maioridade penal à partir dos 12 anos, porque aos 10 já estão estuprando, matando e traficando.
    Quando iremos às ruas lutar por aquilo que nós acreditamos que é o bem de toda a sociedade, esquecendo esses psicopatas esquerdistas.
    Enfim, até quando, hein?

    • Sou funcionário público da Prefeitura de Indaial. Não concordo com a postura da professora. Mas sua postura não é diferente da dela. Vejo um ataque sem justificativa a toda uma classe de funcionários públicos em seu comentário. A intolerância e ignorância não é diferente da demonstradas por ela. Eu penso num país com unidade. Mas você está mais pro “nós contra eles”. Por favor, reavalie suas ideias.

  5. Nada como ver uma esquerdista levando uma invertida de seu próprio discurso de ódio. Lamentável que tenha que ser assim, nada justifica a violência seja contra quem for.

  6. Professor é um educador e merece respeito,uma criança mimada não pode ser a coitada por idéias direitistas, sem noção.

  7. Sem querer sair em defesa dessa professora devido à ser de esquerda ou não, você acha que 5 mil reais e um bom salário se for levado em conta o tempo que essa professora leciona e até hoje o salário dela e de 5 mil reais? Enquanto que no judiciário o salário dos juízes chega a ser vergonhoso por ser tão alto isso sem contar o salário dos políticos que é um absurdo!!

    • Eu acho que ela está bem paga, ganha muito, mas muito mais do que qualquer trabalhador brasileiro, aliás, o governo que ela defende com unhas e dentes deixou 12 milhões de desempregados e um país econômica e moralmente falido. E não defendo o moleque que fez isso com ela não, jamais o faria, porém, o semear é livre e a colheita obrigatória.

  8. Márcia Friggi(deira).

  9. Maurício Exenberger

    Pelo que eu entendi, o motivo da agressão física contra essa professora (mulher) não foi político. Foi covardia. Não tem nada a ver com política. Era o primeiro dia de aula dela. Eles nem se conheciam. Ovada é um ato simbólico. Vários políticos já levaram.

  10. Como todo esquerdopata adora distorcer a realidade com sua desinformação. O ” palácio ” onde foi realizado o casamento da política em Curitiba não é público: é privado, tombado pelo patrimônio histórico e também não foi reformado! Foi instalado um toldo que não afetou em nada a estrutura somente o visual pelo tempo que ficou lá. Se o casamento tiver sido custeado com recursos próprios não provenientes de corrupção ou roubao ni ( não tenho como afirmar) ninguém tem nada com isto! Que se informe antes de falar besteira

  11. Comunistas que defendem bandidos, mas nunca foram às ruas contra a corrupção da esquerda, jamais saíram de suas casas para defender a mudanças nas leis que é necessária e deveria ser imediata, não vejo comunista chorando a morte do trabalhador, mas derramam rios de lágrimas quando um estuprador ou traficante morre.
    Não observo no caráter da esquerda, se é que possuem algum, nenhuma defesa em prol da sociedade como um todo, mas sim do desejo obscuro de permanecer no poder, basta olhar aquele psicopata do Maduro, amigo de lula e dilma e defendido por essa professora.
    Para encerrar, volto a dizer, ela recebeu aquilo que planta: ódio.
    Quem sabe agora ela passará a refletir sobre o que fala, principalmente, em sala de aula, porque não mandamos as crianças/adolescentes para receber lavagem cereal na escola, mas sim adquirir conhecimento.

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